domingo, 12 de setembro de 2010

PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR II
OFICINA: TP 6 -  Unidade 23
COORDENADORA RESPONSÁVEL: Leila Simões Amaral Oliveira
FORMADORA: Fabiana Paz
DATA: 27/03/2010
OBJETIVO: “Desenvolver atividades de planejamento e escrita, considerando a construção e a revisão textual.” 

segunda-feira, 22 de março de 2010

TP 6 - Unidade 21 e 22


PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR II
OFICINA: TP 6 - Unidade 22
COORDENADORA RESPONSÁVEL: Leila Simões Amaral Oliveira
FORMADORA: Fabiana da Paz.
DATA: 21/03/2010
OBJETIVO: “Identificar e analisar marcas de argumentatividade na organização dos textos. Desenvolver atividades relacionando-as às diversas situações sóciocomunicativas, incluindo os gêneros de textos requisitados.”

A oficina iniciou às oito da manhã no colégio José Telesphoro em Campo Formoso, Ba. Comecei dando as boas vindas aos cursistas e em seguida fiz dinâmica da “chama”. Os cursistas teriam que acender um palito de fósforo e completar as expressões: Que bom... Que pena... Que tal..., enquanto houvesse chama. Eles tiveram que relacionar as expressões ao Programa gestar.
Falei da importância do Programa, enfatizando a formação como ponto essencial para a carreira de todo e qualquer profissional. Como disse Benjamin Franklin:
"Investir em conhecimentos rende sempre melhores juros."
Devolvi os avançando na prática que os cursistas realizaram e os relatos dos mesmos com as devidas observações para melhoria no que diz respeito à aplicabilidade das atividades em sala de aula, bem como dos relatos para construção dos portfólios.
Senti que a cada avançando, tanto os alunos como os cursistas, vão se apropriando da metodologia e dos conteúdos.
Dando prosseguimento, abrimos o Tp 6 nas unidades 21 e 22 e começamos com uma reflexão sobre linguagem: “Nossas reflexões sobre a linguagem se apóiam na concepção de que usamos as línguas (e a linguagem) não apenas para retratar o mundo ou dizer algo sobre as coisas, mas principalmente para atuar, agir sobre o mundo e as coisas; para produzir resultados a partir de nossas ações lingüísticas”. (p.15). Todo e qualquer uso da linguagem é uma forma de expressar aquilo que sentimos, pensamos e/ou queremos. O ato de comunicar-se é um modo de atuação sobre as coisas, sobre o mundo. Este ato mostra que somos sujeitos ativos e, nossas ações linguísticas nos tiram da platéia e nos levam ao palco para atuarmos nos diversos mundos da linguagem.
(...)ao considerarmos a linguagem como uma forma de trabalho cultural, estamos considerando que toda manifestação lingüística é também basicamente argumentativa. Ou seja: sempre que utilizamos a linguagem, estaremos alterando – ou querendo alterar – as crenças dos interlocutores, implicitamente querendo convencê-los de nossas idéias. (p.16)
Refletirmos sobre argumentação e seus tipos, atrelando a teoria a vídeos, imagens e frases que exemplificaram muito bem a cada um. Ainda falamos sobre tese e respondemos várias atividades do TP. Para concluir esta parte, dividi a turma em três grupos (utilizando as cores das balas que entregamos no inicio da oficina) pedimos aos cursistas que produzissem um texto abordando o tema transversal do Tp “Corpo e Saúde”, onde utilizassem um ou vários dos tipos de argumentos estudados na oficina. Assim procederam e depois houve a socialização para os demais. Fizemos a leitura do texto da página 44 e a atividade correspondente e finalizamos este momento com o vídeo dos Melhores do Mundo – “O assaltante e a polícia” fazendo a seguinte reflexão: De que idéia o vídeo pretende convencer o público? Que argumentos são usados para mostrar a validade da tese do vídeo? Como está construída a situação de humor no vídeo?
E daí lemos o resumindo da página 40: “Consideramos, nesta seção, as diferentes formas que os argumentos podem assumir para comprovar uma tese, sem distinguir entre o ato de convencer (dirigido à razão) e o ato de persuadir (dirigido à emoção). O importante é que, na construção do texto argumentativo, todos os argumentos conduzam ao mesmo objetivo e produzam os efeitos desejados no interlocutor.”
A segunda parte que se refere à unidade 22 sobre Produção textual, planejamento e escrita fizemos uma reflexão sobre cada seção:
Seção 1: Aborda os elementos de reflexão e estratégias de atuação em sala, relacionados ao processo de planejamento de um texto. Para tanto, as atividades que visam levar você a refletir sobre seu próprio processo de planejamento relacionando-o com o objetivo da atividade de escrita e a situação sócio-comunicativa.
Seção 2: Fala sobre que as estratégias devem ser variadas em sala para motivar as crianças e adolescentes a planejarem e descobrirem seu próprio estilo de planejamento de acordo com as diferentes situações sócio-comunicativas das quais participam
Seção 3: Esta nos lembra que a produção textual tem como trabalho central a escrita do texto. Todas as etapas estão interligadas, mas podemos ensinar nossos alunos que durante a escrita podem planejar novamente e revisar o que escreveram,dialogando com seu texto.
Daí, utilizando uma imagem de uma paisagem de um lugar paradisíaco, utilizei a técnica do “brainstorm” (tempestade de idéias) e cada um pode expressar o que sentia, o que lembrava, o que desejava, etc. ao ver aquele lugar, para depois em grupo, produzirem textos: uma equipe uma carta, a outra uma propaganda e a terceira uma poesia.
Infelizmente não houve tempo para a socialização das atividades. Então apresentei o sumário do AAA mostrando a quantidade de atividades interessantes que podem e devem ser utilizadas em sala de aula. Fizemos a leitura do objetivo da oficina, fizeram a avaliação em grupo e encerrei entregando uma lembrancinha e passando uma mensagem em Power point de autor desconhecido “Nova ortografia”.

A Pipa e a Flor (Rubem Alves)


Era uma vez uma pipa.
O menino que a fez estava alegre e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz, uma boca...
Ô pipa boa: levinha, travessa, subia alto...
Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.
- “Vocês não me pegam, vocês não me pegam...”
E enquanto ria sacudia o rabo em desafio.
Chegou até a rasgar o papel, num galho que foi mais rápido, mas o menino consertou, colando um remendo da mesma cor.
Mas aconteceu que num dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá num quintal, uma flor. Ela já havia visto muitas flores. Só que desta vez os seus olhos e os olhos da flor se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos...
Quem não entende pensa que todos os olhos são parecidos, só diferentes na cor. Mas não é assim. Há olhos que agradam, acariciam a gente como se fossem mãos. Outros dão medo, ameaçam, acusam, quando a gente se percebe encarados por eles, dá um arrepio ruim elo corpo. Tem também os olhos que colam, hipnotizam, enfeitiçam...
Ah! Você não sabe o que é enfeitiçar?!
Enfeitiçar é virar a gente pelo avesso: as coisas boas ficam escondidas, não têm permissão para aparecer; e as coisas ruins começam a sair. Todo mundo é uma mistura de coisas boas e ruins; às vezes a gente está sorrindo, às vezes a gente está de cara feia. Mas o enfeitiçado fica sendo uma coisa só...
Pois é, o enfeitiçado não pode mais fazer o que ele quer, fica esquecido de quem ele era...
A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que a florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa! Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias...
E assim, resolver mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou e a pipa foi cair, devagarzinho, ao lado da flor.
E deu a sua linha para ela segurar. Ela segurou forte.
Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria estórias para que ela dormisse. E ela pediu:
- “Florzinha, me solta...” E a florzinha soltou.
A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.
Mas a flor, aqui de baixo, percebeu que estava ficando triste. Não, não é que estivesse triste. Estava ficando com raiva. Que injustiça que a pipa pudesse voar tão alto, e ela tivesse de ficar plantada no não. E teve inveja da pipa.
Tinha raiva ao ver a felicidade da pipa, longe dela... Tinha raiva quando via as pipas lá em cima, tagarelando entre si. E ela flor, sozinha, deixada de fora.
- “Se a pipa me amasse de verdade não poderia estar feliz lá em cima, longe de mim. Ficaria o tempo todo aqui comigo...”
E à inveja juntou-se o ciúme.
Inveja é ficar infeliz vendo as coisas bonitas e boas que os outros têm, e nós não. Ciúme é a dor que dá quando a gente imagina a felicidade do outro, sem que a gente esteja com ele.
E a flor começou a ficar malvada. Ficava emburrada quando a pipa chegava. Exigia explicações de tudo. E a pipa começou a ter medo de ficar feliz, pois sabia que isto faria a flor sofrer.
E a flor aos poucos foi encurtando a linha. A pipa não podia mais voar.
Via ali do baixinho, de sobre o quintal (esta essa toda a distância que a flor lhe permitia voar) as pipas lá em cima... E sua boca foi ficando triste. E percebeu que já não gostava tanto da flor, como no início...
Essa história não terminou. Está acontecendo bem agora, em algum lugar... E há três jeitos de escrever o seu fim. Você é que vai escolher.
Primeiro: A pipa ficou tão triste que resolveu nunca mais voar.
- “Não vou te incomodar com os meus risos, Flor, mas também não vou te dar a alegria do meu sorriso”.
E assim ficou amarrada junto à flor, mas mais longe dela do que nunca, porque o seu coração estava em sonhos de vôos e nos risos de outros tempos.
Segundo: A flor, na verdade, era uma borboleta que uma bruxa má havia enfeitiçado e condenado a ficar fincada no chão. O feitiço só se quebraria no dia em que ela fosse capaz de dizer não à sua inveja e ao seu ciúme, e se sentisse feliz com a felicidade dos outros. E aconteceu que um dia, vendo a pipa voar, ela se esqueceu de si mesma por um instante e ficou feliz ao ver a felicidade da pipa. Quando isso aconteceu, o feitiço se quebrou, e ela voou, agora como borboleta, para o alto, e os dois, pipa e borboleta, puderam brincar juntos...
Terceiro: a pipa percebeu que havia mais alegria na liberdade de antigamente que nos abraços da flor. Porque aqueles eram abraços que amarravam. E assim, num dia de grande ventania, e se valendo de uma distração da flor, arrebentou a linha, e foi em busca de uma outra mão que ficasse feliz vendo-a voar nas alturas.

Congresso de Educação do São Francisco

Nos dias 29 e 30 de janeiro 2010 aconteceu em Petrolina(PE)-Juazeiro(BA) o congresso de Educação do São Francisco . O tema central foi “Dificuldades de aprendizagem: repensando a prática em sala de aula”. Ainda contamos com a presença do maravilhoso Rubens Alves, Tânia Zagury , Max Haetinger, Hamilton Wernek e outros.

Foi um momento de repensar nossos métodos, praticas e concepções em sala de aula.
Por uma educação romântica foi a palestra de Rubem Alves (...)"feridas educacionais podem ser curadas com amor, com respeito, com criatividade". A educação romântica que ele aborda não é aquela que aceita tudo, que acha tudo lindo, maravilhoso, que serve de máscara. É aquela educação que vem da alma do ser humano, que educa para a sensibilidade. E que questiona todos os dias de que forma a prática educacional molda, transforma e contribui verdadeiramente para a vida do educando.

"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.
Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes".(Rubem Alves)


“Ensinar é um exercício de imortalidade, de alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra; o professor, assim, não morre jamais”. (Rubem Alves)


domingo, 21 de março de 2010

OFICINA 12-12-09

PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR II
OFICINA: Confraternização
COORDENADORA RESPONSÁVEL: Leila Simões Amaral Oliveira
FORMADORA: Fabiana da Paz.
DATA: 12-12-09

A oficina iniciou às oito horas da manhã no colégio José Telesphoro em Campo Formoso, Ba.
Nesta oficina juntamos as turmas de Lingua portuguesa e matemática. Ornamentamos um galpão que tem no colégio com enfeites natalinos e distribuímos as carteiras em circulo. Ao chegar cada cursista recebeu uma figura que representa um símbolo de Natal: sinos, estrelas, botinhas, bolas. Todos escreveram uma mensagem e afixaram o símbolo numa arvore de natal que estava presa a um muro.
A formadora de matemática Eliene Bispo fez uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do Natal. Daí dividimos a turma em dois grandes grupos que inicialmente deram um nome ás suas equipes: Equipe Estrela e Equipe Sinos e demos inicio a uma competição. Utilizamos as brincadeiras: Você sabia?, Soletrando, Forme a palavra, uma pequena gincana esportiva, etc. Em todas as brincadeiras relacionamos conteúdos e temas de oficinas passadas e sobre o programa. Foi divertidíssimo. Encerramos com um maravilhoso coquetel e em seguida li uma mensagem “A lenda dos Flocos” e daí trocamos mensagens de um ano cada vez melhor e muitos abraços.


Era uma vez um programa...

Nos dias três e quatro de dezembro no campus da Universidade Católica do Salvador aconteceu a etapa final da formação do Programa Gestar.

Os cursistas apresentaram os resultados da formação em sua respectiva cidade, avaliação e a auto-avaliação.

Percebemos que a os resultados foram positivos e que realmente o Gestar II somado à disciplina e competência de cada cursista fez a diferença em cada município.

Ficam as saudades da turma e da formadora!



 
E todos continuam felizes para sempre...

quinta-feira, 18 de março de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam OS positivos, enquanto no Brasil se maximizam OS negativos. Aqui na Holanda, OS resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.

Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, OS atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas
Enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom RI na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, OS garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e
Qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá Dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com OS seus usuários brasileiros através DA língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são DA Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: OS Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo..
5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, OS internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre OS países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o DA Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham OS melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-Los bem?
Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada DA própria desgraça e que enfrenta OS desgostos sambando.
É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!

(Este é um email que recebi e quis compartilhá-lo com vcs. Não sei que escritora é essa, mas me fez gostar ainda mais de ser brasileira!)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O NOVO

O NOVO




O novo incomoda.

Porquê?

Porque desafia.










Mas, queiram ou não,

o novo sempre vem.

E, para nossa FELICIDADE,

o novo geralmente vence.












E, quando o novo vence,

a máquina do mundo gira

melhor.










Novos projetos deixam as

tristezas

numa agenda que não se

abre mais.

Novas crianças surgem

para nos dar

as mãos.












Novos passos exigem de

nós coragem.

O novo é belo porque nos

muda,

nos leva a novas estações.













O novo nos torna pessoas

melhores

porque nos torna novas

pessoas.










O novo é lindo.

Assim como os sonhos,

o novo não envelhece.









(autor desconhecido)

Gestar II:

Um novo olhar,

um novo

caminhar.













"A diferença pode ser

percebida,

ainda que tudo pareça estar

igual ao que era antes".
(Pe Fábio de Mello)


"Talvez seja este o

aprendizado

mais difícil:

manter o movimento

permanente,

a renovação constante,

a vida vivida como

caminho e mudança".

(Maria Helena Kunher)














VALEU GESTALEIROS!!!!

Feliz Natal e um ano novo cheio de paz, amor, saúde e de tudo que desejares!



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

AUTO-AVALIAÇÃO

PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR II
COORDENADORA RESPONSÁVEL: Leila Simões Amaral Oliveira
FORMADORA: Fabiana Paz
OBJETIVO: Fazer uma auto-avaliação


AUTO-AVALIAÇÃO

HOJE ME PERCEBO MELHOR QUE ANTES, COMO PROFISSIONAL E COMO PESSOA. ME ENCANTEI, ME APAIXONEI E ME ENTREGUEI À PROPOSTA DO PROGRAMA.
COMO PESSOA, POSSO DIZER QUE ME PERCEBO MAIS HUMANA, MAIS ATENTA ÀS NECESSIDADES DOS COLEGAS E DOS ALUNOS. CONSIGO PERCEBER NAS DIFERENÇAS UMA MANEIRA MELHOR DE OBJETIVAR A PRÁTICA PEDAGÓGICA.
HÁ MUITO QUE NÃO SE VIA UM PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA AS SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL TÃO SUGESTIVO, DINÂMICO E INOVADOR.
POSSO DIZER QUE ME REALIZO PROFISSIONALMENTE PORQUE TENHO ESTUDADO MUITO. TENHO ME SUPERADO COMO LEITORA E ESCRITORA, POIS COMO JÁ FRISEI NO BLOG, CONSIDERO-ME UMA CRIANÇA QUE AINDA ENGATINHA.
POSSO DIZER QUE O GESTAR É UMA ESPECIALIZAÇÃO. TENHO VISTO COISAS QUE NA FACULDADE NÃO VI OU NÃO PERCEBI. TENHO ME CAPACITADO DIA APÓS DIA. OS ESTUDOS FREQUENTES, AS PESQUISAS SÓ ME FAZEM VISIONAR UM ENSINO CADA VEZ MELHOR.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

REFLEXÃO SOBRE O LOCUS DO FORMADOR E DO CURSISTA




(...) por que a vida é, na verdade, um território vulcânico,
ameaçado sempre de um abalo súbito,
com imprevisíveis conseqüências.
É preciso aprender a morar num território desses”.

Cecília Meirelles

Falar do lugar que compete a cada um em seus papéis é uma responsabilidade, pois quem é hoje professor-formador um dia já foi professor-cursista.
O lugar do formador é o de transmitir saberes com segurança e competência. É o lugar que gera provocações e inquietações (muitas vezes a ele mesmo). É o lugar que traduz em estimulo e incentivo as teorias para uma prática pedagógica mais consistente.
O professor-formador traz em si as marcas da experiência em sala de aula, por esse motivo é cobrado como formador e colega professor. Ao mesmo tempo em que ele se torna líder ele é ainda o colega professor. Assumir o papel de formador é uma grande responsabilidade. É não perder-se e continuar valorizando os saberes e experiências adquiridos na prática cotidiana no chão da sala de aula. Ser humano e atento às necessidades dos outros. É viver sem demagogias e ser realista e responsável. “São essas condições que se tornam indispensáveis para os sujeitos-professores não serem meras peças tuteladas pelas decisões externas” (LIBÂNEO, p15)
O cursista tem papel de suma importância. Dele depende a existência do formador. É por ele que a formação continuada faz sentido. Cabe ao mesmo assumir-se como formando. Como pessoa que tem necessidades a serem sanadas.
A formação tem o papel de contribuir somando os saberes adormecidos, as inquietações, bem como, trazer um novo estímulo para uma melhor atuação em sala de aula.
Em Campo Formoso, nós formadoras buscamos dinamizar cada oficina. Fazemos com que teoria e prática andem juntas. Colocamo-nos sempre no lugar daquele professor que vem cansado depois de uma semana cheia de trabalho e que espera encontrar em nós um apoio, um alento.
A receptividade é na totalidade positiva por parte daqueles que se assumiram como cursistas. Mas temos uma demanda muito grande de professores que deveriam participar do programa e não aderiram. Alguns por serem coordenadores, outros diretores e outros ainda por falta de estimulo por achar que é só mais um programa de formação. Ainda temos aqueles que começaram e desistiram por estarem fazendo a graduação ou pós-graduação no mesmo dia que acontece a formação.
O município vestiu a camisa do gestar e nos dá todo o suporte necessário para atendermos nossos cursistas da melhor maneira possível. Estamos todos fazendo a parte que compete a cada um, pois primamos por uma educação de qualidade.

O crime do Padre Amaro de Eça de Queirós



Desejos proibidos

O crime do padre Amaro é o primeiro grande romance de Eça de Queirós de uma série de três obras, em que o autor pretendeu montar um painel realista da sociedade portuguesa do seu tempo. Este mesmo livro foi escrito em três versões, sendo esta a definitiva.
José Maria Eça de Queirós foi responsável pela melhor prosa de todo realismo português. Sua obra foi dividida em três fases: a primeira que corresponde aos primeiros textos, publicados em forma de folhetins; a terceira fase que é chamada de pós- realista e a segunda é a fase realista, que começa com a publicação de “O crime do padre Amaro”.
A sua obra – O crime do padre Amaro- foi escrita em 1878, e reflete os ideais realistas e analisa a corrupção e a depravação dos costumes a partir de um caso amoroso entre o padre Amaro e Amélia, uma moça solteira da Leiria que acreditava piamente nos padres.
Amaro Vieira nasceu em Lisboa na casa de uma marquesa. Seu pai era criado do marques; sua mãe era criada de quarto. O pai morrera e em seguida a mãe, ficando Amaro aos cuidados da marquesa.
A marquesa veio a falecer deixando no testamento um legado para que Amaro entrasse aos 15 anos no seminário e se ordenasse padre. Antes de ir para o seminário, Amaro ainda fora para a casa de seu tio que se aproveitou da sua estadia e fazia com que trabalhasse muito, deixando-o desejar por demais o seminário para libertar-se daquela vida.
Amélia moça solteira morava com a mãe em Leria e com uma criada. Era moça simples, tinha 22 anos e gostava muito da igreja.
Após dois meses da morte do pároco José Miguéis, foi nomeado Amaro para ocupar seu lugar na paróquia de Leiria. E este foi hospedar-se na casa de D. Joaneira mãe de Amélia.
Desde o primeiro momento em que se viram começa a existir uma atração entre os dois; ela pelo respeito que tinha aos padres e ele instinto se homem que não amortecera com a vida sacerdotal.
Por encontrarem-se sempre, essa paixão crescia cada vez mais. O desejo tomava conta dos seus corpos, que através de olhares não disfarçava um ao outro.
Um dia ao encontrarem-se na entrada que dava para a fazenda de Amélia, Amaro não conteve-se e deu-lhe um beijo no pescoço. Amélia desprendeu-se, e ficou diante dele e em seguida correu. Amaro ficou atarantado e seguiu-a.
Estava há muito enamorada do padre Amaro. Ele também sentia a mesma coisa por ela, mais quis mudar-se da sua casa para resistir à paixão.
Em um desses encontros inesperados, num dia de muita chuva, Amaro pede que Amélia entre na sua nova casa para abrigar-se e diante um do outro não resistiram à paixão entregando-se ardentemente aos desejos proibidos da carne.
Logo Amaro buscou uma forma de se encontrarem a sós, longe de quaisquer suspeitas. Amélia iria todas as semanas na casa do sineiro, com o pretexto de dar educação a sua filha paralítica. Assim, podiam encontrar-se sempre para gozarem dos desejos que invadiam seus corpos. E a cada dia Amaro desejava mais Amélia de um desejo tirânico que as horas escassas não satisfaziam.
Amélia acabou engravidando e romance foi descoberto pelo Cônego Dias, que não pode fazer nada, pois também vivia uma vida libertina de sacrilégios com a mãe de Amélia.
Por causa desta gravidez e para não serem descobertos procuraram várias maneiras de resolverem a situação. Até de casarem Amélia com seu antigo namorado, João Eduardo.
Todas as tentativas foram frustradas, só restando, ter Amélia que ir para a Riçosa fingir cuidar de D. Josefa –irmã do cônego- tendo que contar também com sua cumplicidade, enquanto sua mãe viajava com o cônego e Amaro ficaria em Leiria.
A pobre Amélia amaldiçoava a sua vida naquele casarão, julgando Amaro não importar-se com ela. Após longas semanas Amaro foi visitá-la, logo sendo repudiado, marcando assim o inicio do fim daquele amor proibido na sua totalidade.
Chega às vésperas do parto. Amélia tem um menino e este foi entregue ao pai que ao senti-lo no seu peito faz desmoronar todas as idéias que tinha a respeito do que fazer com ele. Mas acaba sem saída e o entrega a tecedeira, agora para que ela criasse a criança.
O silêncio que fazia na casa que Amélia estava, o aterrava. Já cansado, volta para a cidade. Amélia morre por não resistir ao parto findando assim aquele romance. Amaro logo quis sair de Leiria.
Apesar de Amaro não cometer o crime, o titulo permanece, mostrando-nos que o conceito de crime se desloca, passando do nível individual para o social tentando assim explicar o problema.
Esta foi uma das análises mais devastadoras do clero da sociedade de Portugal, onde um padre carrega o peso de duas mortes.
O romance é marcado pela realidade hipócrita que assolava a vida de homens que para a sociedade decidiram-se pelo celibato e, no entanto traiam os votos divinos que fizeram, cometendo atrocidades em casos amorosos com mulheres que se intitulavam beatas

LETRAMENTO: Um tema em três gêneros





A autora apresenta o tema letramento sob o ponto de vista de três gêneros: o primeiro, o verbete de dicionário, o segundo em um texto didático e, por fim, em um estudo acadêmico
Há muito que o ato de ler e escrever tornava o individuo alfabetizado ou não. Portanto alfabetizar nada mais era que ensinar a ler e escrever.
No entanto, o individuo aprendia a ler e escrever, mas não apropriava-se dessas condições. Por esse motivo, houve a necessidade de um novo termo que do inglês “literacy” letra do latim e o sufixo “mento’ que denota o resultado de uma ação. Sendo assim letramento é, pois, o resultado da ação de ensinar ou aprender, condição de apropriar-se da leitura e escrita.
No segundo momento Magda explana sobre a os conceitos de alfabetização e letramento, e de onde vêm as primeiras referências sobre o assunto. A autora comenta porque surgem novos termos e explica logo em seguida que estes vêm da necessidade que temos de nomear as coisas para que elas realmente existam. Nessa parte ela aguça a curiosidade do leitor com perguntas e respostas sobre os temas.
Por fim ela mostra um estudo acadêmico, ou melhor, uma monografia da Unesco, que discute o tema através do ponto de vista conceitual, político-educacional, traz citações e teorias de autores que servirá como embasamento teórico para estudo e pesquisas no campo acadêmico.
Não é a grosso modo que Magda nos leva a refletir esse ponto, mas através da exposição de estudos aprofundados. Definir, medir e avaliar letramento é um processo demanda investigação séria. Então através desse ensaio, ela nos mostra que os processos de avaliação ou medição exigem uma definição precisa do fenômeno a ser avaliado ou medido. É correto afirmar, que a maior parte das dúvidas e controvérsias em torno do levantamento e pesquisa sobre os níveis de letramento tem sua origem na dificuldade de formular definições. Essa dificuldade e impossibilidade devem-se ao fato de que letramento cobre uma vasta gama de conhecimento, habilidades, capacidades, valores, usos e funções sociais.
Esse ponto trata do tema através de uma linguagem mais rebuscada por se tratar de um texto que circulará nos meios acadêmicos, pois servirá para estudos e pesquisas para os estudiosos que desejam se aprofundar no assunto.

Livro "Letramento: um tema em três gêneros" de Magda Soares